O Comitê de Cidadania dos Funcionários do Banco do Brasil em Goiânia esteve representado na Oficina sobre Trabalho Infantil Doméstico organizada pelo Núcleo de Pesquisas e Estudos sobre o Desenvolvimento da Infância e Adolescência (NUPEDIA), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no âmbito do Projeto BRA/18/024 “Fortalecimento da Garantia do Direito à Vida e da Redução da Violência contra Crianças e Adolescentes no Brasil”, uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). O secretário executivo do Comitê, Gláucio Paz, participou do encontro que reuniu representantes de diversas instituições que integram o Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes (SGDCA) no estado de Goiás.
A oficina foi realizada no Miniauditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG) das 8h às 12h do dia 24 de fevereiro, com apresentação da equipe responsável pelo projeto, detalhamento das ações previstas e discussão aprofundada sobre a realidade do trabalho infantil doméstico no município de Goiânia e no estado de Goiás.
O projeto de Diagnóstico, Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil Doméstico nos Estados tem vigência de um ano e está sendo executado por pesquisadoras e pesquisadores do NUPEDIA/UFPB. O trabalho é coordenado pelas professoras Dras. Maria de Fatima Pereira Alberto, Manuella Castelo Branco Pessoa, Tâmara Ramalho de Sousa Amorim e Denise Pereira dos Santos.
O diagnóstico abrange cinco estados brasileiros, um por região do país: Bahia (Nordeste), Goiás (Centro-Oeste), Minas Gerais (Sudeste), Pará (Norte) e Paraná (Sul). A seleção foi baseada nos dados da PNAD Contínua 2016-2019. Entre as entregas previstas estão a identificação de boas práticas, a elaboração de fluxos e protocolos e a criação de uma Matriz de Formação Nacional sobre Trabalho Infantil Doméstico.
A parceria com instituições como o Comitê de Cidadania visa ampliar o alcance do diagnóstico junto às crianças, adolescentes e famílias atendidas pelos programas sociais, além de envolver profissionais das redes de atendimento na identificação de experiências e boas práticas.

